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O poder de Ur

07.05.18

Após a queda de Acad, em 2115 a.C., a Mesopotâmia está novamente dividida em principados independentes. O rei de Uruk é a principal figura desta época. Consegue expulsar os exércitos gútios, que assolam a Suméria, mas é derrubado por Ur-Nammu, rei de Ur, que é talvez seu irmão.

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Este último funda, com o seu filho e sucessor, um império centrado em Ur, comparável ao dos soberanos de Acad. A sua obra é, porém, menos duradoura.

 

Em 2003 a.C., incapaz de conter a pressão dos Amorreus, que chegam quase às margens do golfo Pérsico, derrotado pelos Elamitas, que põem Ur a ferro e fogo, traído pelos seus, o último rei de Ur, Ibi-Sin, parte, acorrentado, para um cativeiro distante, onde acaba por morrer.

 

O poder dos reis de Ur assenta numa importante burocracia, que caracteriza o seu Estado. No seio de uma unidade territorial, os soberanos, com a colaboração de inúmeros agentes, impõem a sua justiça, a sua administração, a sua fiscalidade, um sistema de pesos e medidas, numa palavra, a sua ordem.

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