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Pouco tempo depois de ascender ao trono do Egito e seguindo o exemplo dos seus predecessores do Império Novo, o faraó Seti I (1290-1279 a.C.) ordenou o início da construção do seu túmulo no Vale dos Reis.

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Filho de Ramsés I, o fundador da XIX dinastia, o novo soberano quis que a sua última morada fosse esplêndida, tanto no que se referia às suas dimensões como à qualidade e riqueza dos murais que decorariam o seu sepulcro.

 

O resultado esteve à altura das suas ambições: quando a 16 de outubro de 1817 o túmulo (catalogado como KV17) foi descoberto pelo aventureiro italiano Giovanni Battista Belzoni, todos ficaram boquiabertos perante a beleza e magnitude do conjunto que foi considerado como "a Capela Sistina da arte egípcia". Lamentavelmente, o enxoval funerário já fora saqueado.

 

Atualmente, o túmulo de Seti I está fechado ao público: o precário estado de conservação (após um desmoronamento parcial) justificou esta drástica medida.

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