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Cosmos Azul

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A alimentação frugal na Mesopotâmia

Na Mesopotâmia, embora os pomares, as vinhas e os palmeirais forneçam produtos variados, a maior parte da população alimenta-se de uma forma sumária.

 

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Pouco próprio para a panificação, a cevada, o cereal mais cultivado, é consumido em bolachas ou em papas e serve também para fabricar cerveja. Como gordura, utiliza-se o óleo de sésamo, raramente o azeite, que é um luxo, como os legumes e as frutas, exceto as tâmaras.

 

Os rebanhos de bovinos, de carneiros e de cabras, criados nas estepes ou nos pauis, fornecem uma carne que só os mais ricos podem comprar e que os pobres só consomem nas grandes ocasiões, completando a sua alimentação com peixes do mar ou do rio.

 

Mau grado a fertilidade de um solo bem tratado, os habitantes da Mesopotâmia estão à mercê de todo o tipo de calamidades: além das inundações e da seca, temem sobretudo as guerras, que interrompem os trabalhos de manutenção dos diques e dos canais. Basta, pois, uma campanha um pouco mais longa, ou uma incursão inimiga, para que a fome ameace.