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De origem napolitana, Gian Lorenzo Bernini (1598-1680) pode ser considerado como um dos maiores mestres da arquitetura barroca. Arquiteto e escultor, a ele se deve, a partir da morte de Maderna, a concepção de uma nova cidade de Roma de tipo monumental, «para maior glória de Deus».

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A construção de São Pedro permite-lhe demonstrar todo o seu poderoso engenho inventivo e o seu génio criador. Para conseguir dar a ilusão de uma basílica menos larga e mais alta, Bernini resolve elaborar uma grande praça, que forma um conjunto arquitetónico mais largo e menos alto.

 

A vasta praça descreve uma elipse limitada por dois hemiciclos com colunas dóricas. No interior, Bernini emprega materiais nobres: mármores, bronzes, estuques e dourados. Preenche o espaço que continuava vazio sob a cúpula por um magnificente baldaquino.

 

A decoração do fundo da igreja era outro problema que aguardava solução. Bernini põe mais uma vez à prova o seu extraordinário talento, construindo a famosa «Cadeira de São Pedro».

 

Esta obra colossal conseguiu escapar ao aspecto maciço graças ao movimento que dela se desprende. Tudo se movimenta, tudo se ilumina à luz do Espírito Santo, cuja imagem está colocada no centro.

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Nicolas Boileau (1636-1711) pertence à geração de Versalhes, e para muitos dos seus conterrâneos é o modelo do mau gosto e do frenesim. Na tradição escolar é considerado um pedagogo imperturbável e o mestre do gosto francês.

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Nasceu em Paris e teve uma infância enfermiça. Estuda Teologia e Direito, mas sem prazer nem inclinação por tais disciplinas. Em 1657, na posse da herança paterna, satisfaz então as suas tendências literárias.

 

O artista não é um psicólogo nem um filósofo, mas um excelente poeta realista e satírico, e sobretudo um trabalhador do verso. Torna-se polemista com a publicação das suas «Sátiras» e doutrinário na sua «Arte Poética» e nas «Primeiras Epístolas».

 

No ponto de vista doutrinal dominam a verdade e a razão, a disciplina e o rigor, através da lição dos Antigos, da submissão às regras e do culto pela forma.

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Natural de Leipzig, filho de um professor de direito da Universidade desta cidade, Godofredo Guilherme Leibniz (1646-1716) forma-se sucessivamente em filosofia e em matemáticas. Interessa-se também pelo direito, a política e as questões religiosas. Para ele nada lhe era indiferente no domínio do conhecimento. A sua obra mais importante é a Monadologia.

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Para os cartesianos, todo o mundo tinha sido reduzido à extensão, isto é, à grandeza, à figura e ao movimento. Os corpos particulares são apenas limitações de extensão inteligível. Sendo apenas a extensão a aparência dos corpos, a sua realidade é serem forças e forças motoras.

 

O Universo é portanto construído por unidades de forças a que ele chama mónadas. A mónada é uma espécie de «vontade sem consciência». A mónada tem dois atributos essenciais: a percepção e a apetição ou ação do princípio interno.

 

Toda a mónada «não tem janelas», quer dizer, não tem meios para comunicar eficazmente com as outras mónadas. Cada mónada é um universo regulado por uma harmonia pré-estabelecida por Deus, que é a Mónada absoluta e infinita.

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Elisa Leonida Zamfirescu (1887-1973) foi uma das grandes mulheres do seu tempo, devido ao facto de ter sido uma das primeiras engenheiras numa área praticamente desde sempre dominada pelos homens. A Google dedica-lhe este sábado, dia 10 de novembro, um Doodle para assinalar o 131º aniversário do nascimento da engenheira romena.

Zamfirescu nasceu em Galați, Roménia, em 10 de novembro de 1887. O seu pai, Atanase Leonida, era oficial de carreira, enquanto sua mãe, Matilda Gill, era filha de um engenheiro nascido na França. Seu irmão era o engenheiro Dimitrie Leonida. A engenharia era uma profissão quase de família, o que influenciou a jovem.

 

Devido aos preconceitos contra as mulheres nas ciências, Zamfirescu foi rejeitada pela Escola de Pontes e Estradas em Bucareste. Em 1909, ela foi aceite na Academia Real de Tecnologia de Berlim, em Charlottenburg. Elisa formou-se em 1912, com um diploma em engenharia. Foi alegado recentemente que ela foi a primeira engenheira do mundo, mas a irlandesa Alice Perry formou-se seis anos antes de Zamfirescu, em 1906.

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Depois da sua formação académica, Zamfirescu retornou ao seu país onde trabalhou como assistente no Instituto Geológico da Roménia. Durante a Primeira Guerra Mundial, ela juntou-se à Cruz Vermelha. Nessa época, Elisa conheceu e casou-se com o químico Constantin Zamfirescu, irmão do escritor Duiliu Zamfirescu.

 

Após a guerra, Zamfirescu retornou ao Instituto Geológico. Ela liderou vários laboratórios de geologia e participou de vários estudos de campo, incluindo alguns que identificaram novos recursos de carvão, xisto, gás natural, cromo, bauxita e cobre. Zamfirescu também ensinou física e química.

 

 

Elisa retirou-se da vida profissional em 1963, com 75 anos de idade. Faleceu dez anos depois, em 1973, quando contava 86 anos. Uma rua em Bucareste recebeu o seu nome.

 

Devido a ter sido uma das primeiras mulheres a alcançar o sucesso na engenharia, a gigante das buscas Google resolveu prestar a Elisa Leonida Zamfirescu esta homenagem. Desta forma, a empresa norte-americana demonstra mais uma vez porque participa ativamente na luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, algo que caracteriza a Google desde a sua fundação.

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As nuvens que percorrem majestosamente os céus são formadas por biliões e biliões de minúsculas gotas de água e diminutos cristais de gelo. Contudo, embora uma única nuvem possa conter várias toneladas de humidade, muitas delas desaparecem sem produzir sequer um aguaceiro.

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À medida que se eleva, o ar quente e húmido acaba por se tornar tão frio que o vapor de água se condensa, criando as miríades de gotículas de água existentes nas nuvens. Congregando-se em torno de fragmentos de pó e outras partículas microscópicas, conhecidas por núcleos de condensação, as gotas são inicialmente tão reduzidas que flutuam literalmente na atmosfera. Como, porém, se deslocam com as correntes de ar, colidem e aderem, formando gradualmente gotas de dimensões crescentes. Com o tempo, podem tornar-se suficientemente pesadas para caírem sob a forma de chuva.

 

Outras gotas de chuva têm uma história mais complexa. Surgem como neve ou cristais de gelo nas camadas superiores frias de uma nuvem, fundem-se em seguida quando atravessam o ar subjacente, mais quente, e caem na Terra sob a forma de chuva.

 

As gotas de chuva de menores dimensões, classificadas como chuvisco, caem tão lentamente que parecem flutuar. As maiores, com cerca de 6 milímetros de diâmetro, caem à velocidade de cerca de 8 metros por segundo.

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