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No deserto, as depressões com água são locais onde a vida pulula; são regularmente visitadas por aves e alguns dos mamíferos de maiores dimensões. Todavia, muitos outros habitantes do deserto são capazes de sobreviver longe de qualquer nascente de água.

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Para alguns, a humidade do orvalho matinal é suficiente para lhes satisfazer as necessidades. Os predadores extraem a maior parte do líquido de que necessitam dos fluidos dos corpos das presas. As plantas suculentas representam uma fonte de água para muitos herbívoros.

 

Entre os animais mais surpreendentemente adaptados às condições de vida do deserto contam-se os gerbos e os ratos-cangurus, dois tipos de roedores que não necessitam de beber água, já que conseguem viver com as exíguas quantidades libertadas como subprodutos da digestão.

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Embora os roedores sejam basicamente herbívoros, alguns procuram alimentos diferentes. Para além de frutos e vegetais, os agutis da América do Sul comem crustáceos e moluscos. Por vezes, os ratos-almiscarados devoram peixes, crustáceos e mexilhões de água doce. O rato-aquático australiano é quase totalmente carnívoro, caçando caracóis, peixes, crustáceos, rãs e até aves aquáticas.

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Os ratos comem efetivamente queijo, bem como presunto, côdeas de pão e uma vasta gama de outros alimentos apreciados pelos seres humanos.

 

Num ambiente natural, a alimentação dos ratos – pelo menos da maioria das espécies – inclui sementes, gomos, rebentos, frutos e insetos.

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Na maior parte, os répteis não dispensam praticamente quaisquer cuidados às crias, para além de desovarem em locais favoráveis ao seu desenvolvimento. Os da ordem dos crocodilos – crocodilos propriamente ditos, aligatores, caimões e gaviais – são invulgares.

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A fêmea desova numa cavidade que escava ou num montículo feito de solo e folhas em decomposição. Em vez de se afastar após a desova, choca os ovos durante toda a incubação, voltando-os periodicamente para os manter a uma temperatura e nível de humidade constantes. Quando as crias nascem, a mãe ouve-as grunhir, ajuda-as a sair dos ovos e algumas espécies transportam-nas para a água.

 

Determinadas espécies estabelecem nos pauis territórios onde mantêm as crias durante vários meses.

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