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As grandes florestas tropicais húmidas da África Equatorial e América do Sul são talvez as mais luxuriantes do mundo. Árvores enormes, trepadeiras e uma profusão de outras plantas desenvolvem-se no clima quente e húmido.

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Contudo, e surpreendentemente, o solo que as sustenta é consideravelmente pouco fértil. Devido aos elevados índices de pluviosidade, os nutrientes essenciais acabam por ser arrastados pela água. A fertilidade apenas se mantém porque o calor e humidade intensos permitem um crescimento rápido e porque a rápida putrefação de restos de plantas caídas devolve os nutrientes ao solo.

 

Se se abatessem as árvores de uma destas florestas, a terra poderia ser cultivada apenas durante alguns anos, findos os quais se tornaria estéril e imprópria para a agricultura.

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Tal como a Terra gira em redor do Sol, também este se move – em redor do centro da nossa galáxia, a Via Láctea. Este conjunto de cerca de 200 mil milhões de estrelas inclui todas as que são visíveis à noite a olho nu. O cintilante trilho de estrelas que cruza os céus habitualmente denominado Via Láctea é, na realidade, apenas uma pequena parte da Galáxia.

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Se pudesse ser observada na totalidade, a Via Láctea assemelhar-se-ia, vista de lado, a um fuso gigantesco e, de cima, a um disco rodeado de longos braços em espiral formados por estrelas e gases rodando em torno do centro. O Sistema Solar situa-se num destes braços, a cerca de três quintos da distância total entre a periferia e o centro da Galáxia.

 

À medida que toda a Via Láctea gira em redor do seu misterioso centro, as estrelas mais próximas do seu eixo movem-se mais rapidamente do que as que se encontram na orla exterior. Percorrendo o espaço a cerca de 240 km/s, o nosso próprio Sol e as estrelas vizinhas completam uma volta à Galáxia em 225 milhões de anos.

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O abalo principal, por vezes devastador, de um tremor de terra raramente excede um minuto. Em muitos casos, porém, é precedido por sismos prévios de menor intensidade, que frequentemente se fazem sentir horas, semanas ou mesmo meses antes do abalo mais violento.

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Segue-se-lhe uma série de abalos posteriores à medida que a Terra se estabiliza novamente. Embora não tenham a mesma intensidade do abalo principal, os abalos posteriores causam frequentemente prejuízos consideráveis em estruturas já enfraquecidas pelo tremor de terra.

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Não obstante uma velha crença em contrário, quase todos os raios atingem o mesmo lugar não apenas uma, mas várias vezes. O que nós percebemos como um relâmpago é na realidade uma sucessão de descargas que percorrem o mesmo trajeto no céu. Só que a sequência integral de descargas se completa tão rapidamente que a percebemos como um único clarão.

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Além do mais, a carga elétrica que se acumula no solo sob uma tempestade concentra-se nos objetos mais elevados, que atraem, consequentemente, as descargas preliminares. Assim, as árvores e os edifícios altos são, com efeito, frequentemente atingidos mais do que uma vez pelos raios.

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Um fragmento de âmbar contendo a forma intacta de um inseto diminuto é um fóssil duplo, uma vez que o próprio âmbar já é um fóssil.

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O material vítreo amarelado, apreciado desde tempos remotos, é uma massa de resina fossilizada. Na sua maior parte, encontra-se ao longo da costa do mar Báltico, onde foi formado a partir da resina de coníferas atualmente extintas.

 

Insetos, folhas e outros fragmentos de matéria vegetal ficavam por vezes presos na resina viscosa antes de esta sofrer um processo de endurecimento, transformando-se em âmbar.

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