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Olhe entre a vegetação dos exuberantes jardins da Alemanha e poderá avistar um gnomo de jardim. O Google Doodle deste domingo celebra estas pequenas estátuas pelo seu grande papel na história alemã.

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As figuras de gnomos de jardim apareceram pela primeira vez na Anatólia do século XIII e ressurgiram na Itália do século XVI. O gnomo de jardim comum originou-se na Alemanha do século XIX na área da mineração da Turíngia. Aqui, os artesãos locais são responsáveis ​​pela criação manual dos gnomos como os conhecemos – com barbas desgrenhadas e chapéus pontiagudos.

 

Durante a Idade Média as pessoas acreditavam que os gnomos de jardim eram entidades reais. Alguns eram temidos, outros adorados. Essa crença foi-se perdendo com o tempo para se tornar apenas mitologia, mas antigamente os gnomos de jardim eram tão reais para as pessoas como as montanhas e as nuvens.

 

Impulsionado por mitos locais e pelo aumento do tempo de lazer, os gnomos começaram a encontrar casas em jardins em todo o país. Diz a lenda que eles protegem esses jardins e trazem boa sorte.

No Doodle interativo deste domingo, você aprenderá um pouco mais sobre como o humilde gnomo é criado. Em seguida, poderá inscrever-se num grupo de gnomos para ajudá-lo a decorar um jardim.

 

Veja como o jogo funciona: use sua fiel catapulta para lançar os gnomos de barro nos limites mais distantes do seu jardim. Quanto mais o seu gnomo viaja, mais flores você planta – e mais pontos ganha. Depois de aprender o básico, poderá escolher entre seis gnomos coloridos com diferentes formas, pesos e saltos. Tente cada um para ver qual deles viaja a maior distância para tornar o seu jardim o mais bonito de todos.

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Entre 2300 e 1800 a.C., quando a Mesopotâmia é um mosaico de pequenos Estados ferozmente agarrados à sua independência, cidades conquistadoras tentam unificar a região.

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A guerra é permanente entre as cidades da Suméria, como entre as do vale do Eufrates e as do norte da Síria. Mas, por volta de 2250 a.C., Sargão de Acad corta as tentativas do rei da cidade de Umma, unificando por sua conta a Mesopotâmia.

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As divindades chinesas eram inicialmente representadas com atributos animais; à medida que a história da China se elabora, perdem estas características e tornam-se os primeiros «Augustos», senhores do Céu e da Terra, cujo comportamento deve servir de exemplo.

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O primeiro é Fuxi, que tem corpo de peixe, torso humano e que, segundo a tradição, reina, na companhia de Nugua, sua esposa-irmã, de 2852 a 2737 a.C. É a ele que os Chineses devem as regras do casamento, é ele quem os ensina a caçar e a pescar, é ele ainda quem inventa os primeiros caracteres da escrita ao observar as marcas deixadas na areia pelas patas das aves.

 

Shennong, o «divino lavrador», tem cabeça de búfalo. Tem um conhecimento profundo das gramíneas e inventa a agricultura, bem como a enxada e a charrua, com as quais desenha o campo tian, um quadrado dividido em quatro quadrados iguais.

 

Segundo uma outra tradição, não foram Fuxi, Nugua e Shennong que estruturaram o mundo, mas três Augustos que reinam um sobre o Céu, outro sobre a Terra e o terceiro sobre os homens.

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Euristeu, rei de Tirinte, impõe a Hércules doze trabalhos, que este deve cumprir para expiar a morte da mulher e dos filhos do rei.

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Entre estes doze trabalhos, Hércules (Héracles) matou o leão de Nemeia, estrangulando-o, e da pele dele fez uma couraça.

 

Cortou as nove cabeças da hidra de Lerna, que estavam sempre a renascer, capturou vivo o javali de Erimanto, alcançou em corrida a corça dos pés de bronze. Desviou o curso do rio Alfeu para as cavalariças de Áugias, que não eram limpas havia 30 anos.

 

Mais tarde, os Heraclidas, filhos do herói, pretendendo vingar-se de Euristeu, foram ajudados pelos Tessálios, descendentes dos Doros. Decidiram conquistar a região e criar três reinos: Argólida, Mesénia e Lacónia.

 

Os historiadores gregos da antiguidade viam neste mito a invasão dos Dórios.

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Na China, a criação explica-se através do yin e do yang, energias que se fundem para criar o Universo.

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O yang é uma energia masculina, ativa, clara e ímpar; o yin é considerado o princípio feminino, em repouso, escuro e par. São representados pelas metades preta e branca de um círculo e constituem todos os aspectos da vida.

 

No Universo, estas energias podem estar em expansão e diluírem-se, ou, pelo contrário, aproximarem-se e concentrarem-se. São simbolizadas por dois traços: contínuo para o yang, descontínuo para o yin.

 

Num dos mais antigos livros de adivinhação chineses, o Yiking (Livro das Mutações), sinais chamados «hexagramas» e «trigramas» combinam as linhas que figuram o yin e o yang e traduzem uma certa visão do Universo.

 

Os Chineses atribuem aos seus soberanos míticos o desenho de certos signos, como Fuxi e os seus oito trigramas.

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