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Na Mesopotâmia, embora os pomares, as vinhas e os palmeirais forneçam produtos variados, a maior parte da população alimenta-se de uma forma sumária.

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Pouco próprio para a panificação, a cevada, o cereal mais cultivado, é consumido em bolachas ou em papas e serve também para fabricar cerveja. Como gordura, utiliza-se o óleo de sésamo, raramente o azeite, que é um luxo, como os legumes e as frutas, exceto as tâmaras.

 

Os rebanhos de bovinos, de carneiros e de cabras, criados nas estepes ou nos pauis, fornecem uma carne que só os mais ricos podem comprar e que os pobres só consomem nas grandes ocasiões, completando a sua alimentação com peixes do mar ou do rio.

 

Mau grado a fertilidade de um solo bem tratado, os habitantes da Mesopotâmia estão à mercê de todo o tipo de calamidades: além das inundações e da seca, temem sobretudo as guerras, que interrompem os trabalhos de manutenção dos diques e dos canais. Basta, pois, uma campanha um pouco mais longa, ou uma incursão inimiga, para que a fome ameace.

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Os povos do mar

14.05.18

Quando a civilização egeia desaparece, destruições comparáveis afetam a Anatólia, o Levante e o delta do Nilo. Estelas egípcias imputam-nas a invasores chamados «Povos do Mar». Alguns historiadores julgaram poder assimilar aos nomes decifrados nas estelas povos conhecidos desde a mais remota antiguidade: Aqueus, Tirrenos, Sardos ou Sículas. Mas nada é certo neste domínio.

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Os Povos do Mar só se tornam nossos conhecidos no fim das suas migrações, sem que nos seja possível estabelecer-lhes as origens geográficas.

 

Nada permite, pois, supor que estes povos tenham entrado na Grécia em finais do século XIII a.C., embora seja incontestável que populações gregas se deslocaram no Mediterrâneo Oriental, empurradas por invasores vindos do norte.

 

Na época em que os palácios micénicos são destruídos, a cidade de Tróia é consumida pelas chamas, como provam as escavações arqueológicas conduzidas depois de H. Schliemann. A guerra de Tróia aconteceu efetivamente, mas foi apenas um episódio das lutas que marcaram esse tempo.

 

A única certeza que temos é, pois, que a maior parte das confusões reina na charneira dos séculos XIII e XII a.C. e que povos procedentes das mais diversas origens podem ter-se encontrado nas costas mediterrânicas.

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Os amuletos, jóias de ouro, de faiança ou de pedra, não são estéticos mas utilitários, pois, segundo as antigas crenças, servem para proteger.

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Estes pequenos objetos assumem formas variadas: os emblemas reais dão a força própria do faraó, e certos signos hieroglíficos proporcionam, conforme o seu significado, a «vida», a «estabilidade», o «vigor»... As divindades estão tão representadas como os animais sagrados.

 

Sem esquecer as fórmulas mágicas, que um escriba escreve num pedaço de papiro para proteger contra uma doença, os espíritos, a mordedura de serpentes, etc., antes de dobrar e fixar o pequeno embrulho assim formado num cordel com muitos nós.

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A partir de 2470 a.C., sob o reinado do faraó Unas, longos textos religiosos, que os sacerdotes recitam durante as exéquias e repetem regularmente nos templos funerários, passam a ser gravados nas paredes das pirâmides.

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Estes textos têm um efeito mágico. Graças à simples presença das fórmulas inscritas nas paredes, o faraó sobe aos céus e assimila-se aos deuses.

 

Com a garantia de viver na companhia deles por toda a eternidade, purificado por aqueles textos, ele está protegido contra os numerosos perigos do mundo dos mortos, contra as mordidelas de serpentes e os génios maus.

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A palavra «hebreu» é utilizada para designar o povo hebreu até ao século IV antes da nossa era, mas as origens do termo permanecem obscuras.

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Os Egípcios chamavam «hapirus» aos trabalhadores asiáticos empregados nos estaleiros dos faraós; a Bíblia refere os «Ibri», gente de passagem, nómadas, senão mesmo salteadores, descendentes do neto de Abraão, Jacob, pai de 12 filhos que foram os antepassados das doze tribos israelitas.

 

A partir do século III a.C., fala-se de «Judeus», do nome da tribo de Judá, última a permanecer independente em redor da cidade de Jerusalém.

 

Hoje, chamam-se Judeus todos os que afirmam descender de Israel, ou que são considerados como tal, quer pratiquem ou não o judaísmo.

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