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Na origem da guerra de Tróia, diz a lenda, há uma mulher: a loura Helena, que foi raptada pelo troiano Páris.

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Éris, deusa da discórdia, furiosa por não ter sido convidada para as bodas de Tétis e de Peleu, atira para o meio do banquete divino uma maçã que tem a inscrição: «para a mais bela». Foi bem o pomo da discórdia, pois Afrodite, Atena e Hera disputam-na.

 

Para resolver o diferendo, Zeus faz apelo a um jovem pastor, Páris, segundo filho do rei de Tróia. Desejosas de ganhar o concurso, as deusas rivalizam em promessas: Hera promete-lhe o império da Ásia, Atena, a glória dos guerreiros, Afrodite, o amor da mais bela das mulheres. Páris dá a maçã a Afrodite.

 

A mais bela das mulheres era Helena, filha de Leda. Sabendo que a sua beleza seria causa de discórdias, o pai obrigara todos os pretendentes, ou seja, todos os príncipes gregos, a prometerem que, fosse qual fosse a escolha da jovem, prestariam sempre ajuda ao eleito. E Helena tinha escolhido Menelau, rei de Esparta.

 

É por isso que, quando Páris chega a Esparta e rapta Helena, os Gregos organizam a expedição que haveria de terminar com a queda de Tróia.

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Depois de Bruno de Carvalho ter chamado de volta o escorraçado Augusto Inácio, surge na arena de Alvalade um novo instrumento para o presidente vitalício do Sporting usar como bem entender: o bom Fernando Correia. No papel de porta-voz, este novo instrumento brunista promete violar todos os códigos de ética em que se apoiou anteriormente, tal como o fizeram todas as individualidades que trabalharam com Bruno de Carvalho ao longo dos últimos cinco anos, excepto os mais nobres que prontamente se demitiram.

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Fernando Correia nasceu no longínquo ano de 1935. Iniciou a sua carreira de comunicador aos 19 anos na Emissora Nacional e, muitos anos mais tarde, trabalhou no jornal Record. Esteve na TSF onde relatava jogos de futebol, sempre com uma costela verde, tendo sido mais tarde despedido.

 

Na TVI foi apresentador do programa Contra Ataque, onde defendia o clube verde e branco sob a capa da imparcialidade. Devido a essas análises, foi agora promovido a porta-voz de Bruno de Carvalho, o presidente mais louco da história do desporto português.

 

Todos sabemos como vai acabar Fernando Correia: escorraçado por Bruno de Carvalho e com a sua credibilidade totalmente destruída por se ter sujeitado a este papel indigno.

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Invasões ou cataclismo misterioso? Em 1200 a.C., a brilhante civilização micénica mergulha numa obscuridade profunda, enquanto os Egípcios e os Hititas entram em decadência.

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Entre 1200 e 1100 antes da nossa era, conforme testemunha a arqueologia, as poderosas fortalezas micénicas são subitamente destruídas. Além das cidades gregas como Micenas, Tirinto, Pilo e Corinto, outras, como Cnossos, em Creta, e Tróia, na Ásia Menor, desaparecem igualmente.

 

A escrita linear de Micenas deixa de ser utilizada. Decorrerão três séculos antes que a Grécia arcaica entre novamente na história.

 

Coisa estranha, nenhum texto, nenhum documento faz alusão a um cataclismo ou a uma invasão. Só os textos egípcios evocam a irrupção dos Povos do Mar, que provocam a decadência do Império Novo, enquanto os poemas homéricos, redigidos quatro séculos mais tarde, guardam a recordação de um período agitado.

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Os investigadores pensam que houve contágio entre os diversos povos, mas sobretudo que estes monumentos testemunham a vitalidade dos homens ocidentais, chegados ao termo das suas migrações, bem alimentados e bem organizados. Como foi possível, porém, deslocar de pedreiras por vezes tão distantes massas pétreas tão pesadas?

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As experiências feitas em Bougon sob a direção de J. P. Mohen demonstraram que algumas centenas de homens, armados de machados de pedra e de chifre de veado, podiam perfeitamente extrair uma pedra de 30 toneladas, erguê-la e, com a ajuda de cordas, de troncos de árvores e de alavancas, arrastá-la ao longo de quilómetros e pô-la de pé no local escolhido.

 

Era necessário, no entanto, que os homens do princípio do Neolítico estivessem bem organizados e fossem capazes de coordenar os seus esforços. A localização dos túmulos, visíveis de muito longe, afastados dos lugares habitados, permite supor que não eram unicamente sepulturas, mas também locais do culto dos antepassados, comuns a várias aldeias, cujos habitantes tinham sabido aliar-se para realizar tais monumentos.

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