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Não há idade, sexo nem grupo social que esteja fora da possibilidade de contrair a diabetes. Por isso, não só é importante adotar comportamentos preventivos, como também conhecermos quais as ferramentas que podemos contar para nos defendermos, já que os perigos duram toda a vida.

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Diagnóstico

 

Pontualmente, a diabetes não é uma doença, senão uma síndrome que se define por sintomas característicos: excesso de glicose no sangue (hiperglicose) e eliminação do açúcar através da urina (glicosúria). Isto acontece devido a deficiências no funcionamento da insulina, a hormona que ajuda o açúcar a metabolizar-se adequadamente.

 

Sintomas

 

É importante procurar qualquer manifestação que faça suspeitar a sua presença. Basicamente há que estar atento a estes factores:

 

• Sede constante;

• Micções repetidas;

• Cicatrização muito lenta das feridas;

• Apetite elevado.

 

Alimentos defensores

 

• Folhas de dente-de-leão: constituem uma grande ajuda para nivelar a quantidade de açúcar no sangue. Podem-se comer sem problema quantas vezes se deseje e preparam-se como parte de uma salada normal;

• Grãos de cereal inteiros, cevada, aveia, frutas, verduras e legumes são alimentos ricos em fibras. Estas substâncias aceleram a absorção do açúcar da comida;

• Feijões, pastas, pão e ademais alimentos que contêm hidratos de carbono.

 

Duas receitas caseiras

 

1. Infusão de folhas de eucalipto e nogueira

 

Ingredientes

 

• 1/4 de folha de abacate;

• Uma folha de nogueira e outra de eucalipto;

• 1 litro de água.

 

Preparação

 

1. Ferver as folhas na água;

2. Retirar do lume e tapar;

3. Deixar repousar durante alguns minutos e coar;

4. Beber três chávenas por dia.

 

2. Infusão de alforva

 

Ingredientes

 

• 1 colher de sopa de sementes moídas de alforva;

• 1 chávena de água.

 

Preparação

 

1. Ferver as sementes em água;

2. Deixar repousar durante três horas;

3. Voltar a ferver;

4. Coar e beber meia chávena em pequenos goles, ou através de uma colher.

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A solidão é um conceito que se pode revestir de diversos significados:

 

• Estado emocional de quem se acha ou se sente desacompanhado ou só;

• Sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento;

• Experiência desagradável que ocorre quando as relações sociais de um indivíduo são deficientes nalgum aspeto importante, quer quantitativa quer qualitativamente.

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Nem sempre o isolamento físico significa solidão, nem tão pouco o estar no meio de uma multidão significa ausência desta. Assim, solidão não será nunca apenas uma condição física, mas sim e sempre um estado emocional, um sentimento e está associada a um modo de estar e sentir.

 

Isolamento social e involuntário

 

O ambiente citadino, a situação socioeconómica e o ritmo acelerado em que vivemos, entre outros factores, tendem a gerar dinâmicas de relacionamento que apenas contemplam alguns, empurrando os menos resistentes para o isolamento social involuntário.

 

Todo o ser humano é, por natureza, social, tem uma necessidade intrínseca de contato com os que o rodeiam e dar e receber afeto. Todos gostamos de sentir o quanto somos e podemos ser significativos nos relacionamentos que estabelecemos. Assim, mais do que a condição física de isolamento, é o estado emocional de solidão que nos pode conduzir inconscientemente a um sofrimento atroz que tem, por vezes, consequências desastrosas para a nossa saúde, podendo, em última instância, conduzir ao suicídio e à morte por doença terminal.

 

Este sentimento pode surgir em qualquer fase/momento da nossa vida, uma vez que, como já foi referido, inúmeros factores, desde a nossa atitude à sociedade em que vivemos, estão na sua génese. É, no entanto, na meia e na terceira idade que mais tende a manifestar-se, apesar dos casos conhecidos em adolescentes e crianças, sendo que nestes, por vezes, só nos apercebemos da sua existência na fase terminal da sua eclosão!

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Provavelmente está a pensar que não pode poupar mais, mas mesmo que assim seja leia até ao fim. A proposta que aqui lhe deixamos é a de refletir sobre a forma como consome e qual o impacto que isso tem na gestão do seu dinheiro e no meio ambiente.

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Consumo responsável: compre menos e faça diferente

 

"Compro logo sou" era o paradigma da sociedade de consumo em que vivíamos, até agora. Mas, já todos reparámos que o paradigma está a mudar para "sou, logo decido se compro ou não". A decisão de compra passará a ser cada vez mais consciente do seu impacto para o meio ambiente: por exemplo, o que foi preciso gastar ou sacrificar para fazer a roupa que usa, ou os eletrodomésticos que tem em casa — basta pensar na produção, embalagem, transporte, distribuição, marketing, etc.

 

Os recursos físicos usados para a produção intensiva que caracteriza a sociedade de consumo são limitados e desgastam o meio ambiente, por isso, todos temos que refletir seriamente sobre se precisamos mesmo de ter e continuar a comprar tantas coisas.

 

Reusar e usar até gastar

 

Reveja os seus armários de roupa, as suas estantes de livros, DVDs e jogos e volte a usar. O que já não usa há algum tempo, mas que pode satisfazer a sua necessidade de uma peça de roupa nova, de ler um livro que nunca leu ou ver um filme que nunca viu.

 

Outro conselho importante é o de evitar descartáveis: fraldas, lenços de papel, toalhas das mãos, podem parecer ter um custo imediato baixo ou comportável, mas o seu custo para o ambiente é altíssimo! Por isso, prefira tudo o que pode reutilizar em vez do que pode descartar! Se comprar coisas de boa qualidade que duram mais tempo — por exemplo, tecidos ou eletrodomésticos — também poupa o ambiente.

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As unhas quebradiças e falhadas são motivo de aborrecimento, especialmente para quem gasta dinheiro e tempo consideráveis com o cuidado das mãos. A causa principal, bastante prosaica, parece ser a vulgar água da torneira.

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As unhas limitam a quantidade de água que invade os tecidos das polpas dos dedos, mas, curiosamente, tal como a camada córnea da pele, desempenham esta tarefa absorvendo elas próprias grandes quantidades de água. Com efeito, as unhas são tão porosas que absorvem e retêm 100 vezes mais água do que uma porção de pele com peso equivalente. A água absorvida é depois libertada por evaporação e as unhas retomam as suas dimensões habituais. No entanto, todo este trabalho de absorção e secagem, repetido várias vezes ao dia durante meses, pode ter efeitos prejudiciais no estado das unhas.

 

A imersão frequente na água não é a única causa das unhas quebradiças: muitas mulheres usam verniz, que removem periodicamente por meio de solventes. Tanto o verniz como o solvente podem conter substâncias químicas irritantes dissolvidas em líquidos que a unha absorve com tanta facilidade como o faz com a água. Se o verniz foi aplicado para disfarçar os estragos causados pela água, o resultado pode redundar numa série infindável de perturbações nas unhas — entre as quais uma tendência cada vez maior para serem quebradiças.

 

Alguns vernizes podem afetar a pele que circunda as unhas: se contêm formaldeído, podem ocasionar a chamada dermatite de contato.

 

As unhas: símbolo de posição social através dos séculos

 

Em quase todas as épocas e culturas, os membros da elite apreciavam o seu estatuto de privilégio. Unhas grandes e muito bem tratadas indicavam que o indivíduo não executava trabalhos manuais. Nefertiti, rainha do Egito, autorizava o uso de verniz encarnado apenas aos membros da nobreza.

 

Atualmente, cuidar das unhas é mais uma questão de dignidade pessoal do que uma expressão de ociosidade. Muitas mulheres que fazem trabalho manual possuem unhas bem cuidadas.

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Existem prós e contras no aleitamento materno e no aleitamento por ama de leite. O método que você escolher deve ser aquele que tanto você como o seu parceiro se sentem mais confortáveis. Se você tem sentimentos negativos sobre as amas de leite, não se sinta culpada por esses sentimentos. O stress e a ansiedade que esses sentimentos provocam irão, provavelmente, dificultar a amamentação para você. Mas saiba que atualmente a grande maioria dos bebés alimentados por uma ama de leite estão felizes e bem nutridos.

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Se você escolher essa opção, vai experimentar alguns dias de dor mamária após o parto, enquanto diminui o fornecimento de leite. Nos últimos anos vários hormónios foram dados a algumas mulheres para parar a lactação, mas tiveram efeitos secundários perigosos. O método mais seguro é parar de amamentar o bebé logo que tenha uma ama de leite, sendo que leva entre 3 a 6 dias para o fornecimento de leite secar, mas em alguns casos pode levar até duas semanas. Durante esse período você pode utilizar um sutiã apertado, em combinação com analgésicos para ajudar a aliviar a dor.

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